Mostrando postagens com marcador ventre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ventre. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Dança do Punhal


DANÇA DO PUNHAL

Hoje em dia o punhal é considerado uma derivação da espada, não tendo um significado padrão. Seu traje é comum e o ritmo mais usado é o Wahd Wo Noss. Porém, a história antiga nos revela que essa dança era uma reverência à deusa Selkis, a Rainha dos Escorpiões e representava a morte, a transformação e o sexo.
Na Arábia e no Marrocos é tradição. Esta dança era usada nos bordéis da Turquia e há quem fale que quando a bailarina dança com a lâmina para dentro quer dizer que ela está acompanhada e quando dança com a lâmina para fora, quer dizer que "está livre".
Existem crenças a respeito dos significados de cada gesto que a bailarina faz com o punhal durante sua dança. Vejamos alguns deles:
Colocá-lo na testa na horizontal significa magia; colocá-lo na testa com a ponta para baixo, significa morte; dentro do sutiã significa sexo; entre as mãos significa boas vindas, alegria; colocá-lo entre os dentes significa sedução. Rodar com ele na testa, significa destreza, habilidade; deitá-lo sobre os seios, quer dizer que está apaixonada; pagá-lo com a ponta dos dedos e rodá-lo é o sucesso da bailarina. 
Passá-lo pelo corpo, significa querer seduzir alguém e dançar batendo-o na bainha quer dizer que está chamando.
Sabe-se que era na verdade uma arma para defesa em situações que colocassem em risco a vida. Por isso, ficou bastante associada aos ciganos e às mulheres que dançavam na rua em troca de dinheiro.
As músicas são umas das mais fortes da dança do ventre. As turcas são ideais.

http://brasildancadoventre.blogspot.com.br

domingo, 14 de outubro de 2012

Dança com Jarros ...

Dança folclórica, surgida entre os beduínos (povos do deserto). Uma dança de reverência à água, que representa a vida.
A água era escassa e por isso sagrada no Egito Antigo, e só era obtida após as cheias do Rio Nilo. 
As mulheres, ao encherem seus jarros com água do Nilo, celebravam a vida através de movimentos de seus corpos com o jarro. Por isso é uma dança alegre, de celebração, comemoração.
É conhecida também como Dança do Nilo, como Raks Al Balaas, e também como dança da Samaritana.  
O traje mais recomendado para a apresentação é o vestido, ou outro que mantenha a barriga coberta.
O jarro pode ser de barro (ou imitando barro) ou enfeitado, depende da preferência.  
Os ritmos mais adequados são o Said e o Falahi. Os movimentos desta dança são alegres, descontraídos, animados. 
A bailarina faz movimentos com o jarro, além de colocá-lo algumas vezes sobre partes do corpo, como a cabeça, cintura e ombros.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dança do Candelabro

 Dança na qual a bailarina usa um candelabro sobre a cabeça. Recomenda-se que haja um véu sobre a cabeça, embaixo do candelabro.
O candelabro pode ter de 7 a 14 velas, dependendo da preferência. Quanto menor o número de velas, menor o candelabro, e mais delicado.
Seu nome egípcio é Raks El Shamadan e sua provável origem é grega ou judaica.
É uma dança antiga que fazia parte das celebrações egípcias de casamento, nascimento e aniversários, como ainda o é em muitos países árabes. 
Assim, é comum que uma bailarina entre como em um cortejo à frente dos noivos, dançando com o candelabro. 

Desta maneira ela procura iluminar o caminho do casal, como uma forma de trazer felicidade para ele. 
É uma dança que serve para celebrar a vida e a união entre as pessoas.
Não tem traje ou ritmo específico, mas geralmente dança-se ao som do ritmo Zaffe ou na versão mais lenta do Malfuf.
De qualquer forma é importante que a música seja lenta, pelo menos na maior parte do tempo, pois com o candelabro não é possível realizar muita variedade de movimentos rápidos.
É uma dança que requer mais movimentos delicados e sinuosos, além de bastante equilíbrio.

Imagens: Internet